domingo, 27 de março de 2011

Tento manter a calma, tento não transparecer sentimentos. Mas dentro de quatro paredes tudo desaba. É meio psicológico. Levanto, escovo os dentes, tomo o café da manhã e ponho meu sorriso no rosto. Volto para casa, como alguma coisa, deito na cama e guardo meu sorriso na gaveta e deixo as lágrimas se libertarem. Eu não preciso dele a noite, eu posso ser eu mesma dentro de meu quarto, em baixo do meu cobertor. Deveria ser ao contrário, eu deveria poder ser quem realmente sou em todos os horários do dia, mas é horrível a sensação de fracasso na rua. Posso estar caindo aos pedaços, mas ninguém precisa saber.

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